Relato de Mariana Zapparoli sobre doação viraliza; "É a última esperança", destacou a voluntária em postagem emocionante.
Um gesto de solidariedade pura e humanidade tem emocionado a internet nesta semana. A jovem Mariana Zapparoli, moradora de São Manuel (SP), compartilhou em suas redes sociais a experiência de se tornar doadora de medula óssea. O relato sincero sobre os bastidores do procedimento e o sentimento de salvar uma vida rapidamente chamou a atenção de internautas.
Em sua página no Facebook, Mariana não escondeu que o processo exige coragem, mas garantiu que a recompensa emocional é imensurável. Entre a expectativa do transplante e os efeitos colaterais temporários, a jovem destacou a certeza de estar fazendo a coisa certa.
"Agora uma parte de mim vai continuar vivendo em alguém que eu talvez nunca conheça. Me faltam palavras para descrever o que vivi nos últimos dias e especialmente hoje. Foram dias de expectativa, injeções, dores no corpo, medo do cateter, ansiedade… mas também uma certeza muito forte de que tudo isso valia a pena", escreveu Mariana.
O incômodo passa, a vida fica
A doação de medula óssea ainda é cercada de mitos e medos por parte da população, mas o depoimento da são-manuelense serve como um forte apelo à conscientização. Para ela, o desconforto físico empalidece diante do impacto real na vida do paciente que aguarda pelo transplante.
"A doação de medula óssea é um incômodo passageiro para o doador, mas para o receptor, muitas vezes, é a última esperança. Hoje eu entendo verdadeiramente o significado de salvar uma vida!", concluiu a jovem.
Como ser um doador?
Para seguir o exemplo de Mariana e se tornar um doador de medula óssea, o processo inicial é simples:
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Idade: É necessário ter entre 18 e 35 anos (conforme atualização recente do Redome).
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Saúde: Estar em bom estado geral de saúde e não ter doenças infecciosas ou incapacitantes.
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Cadastro: Comparecer ao hemocentro mais próximo (como o de Botucatu ou Bauru, na região) para coletar uma pequena amostra de sangue (5ml) e preencher a ficha de inscrição no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).
Caso haja compatibilidade com algum paciente na fila de espera, o voluntário é convocado para realizar exames complementares e efetivar a doação.