Levantamento do Registro Civil aponta preferência por nomes clássicos e curtos; cidades somaram mais de 16 mil nascimentos no ano
Os nomes Helena, Cecília e Miguel estiveram entre os mais escolhidos pelos pais em Bauru e Marília, no interior de São Paulo, ao longo de 2025. Os dados constam no Portal da Transparência do Registro Civil e revelam que, apesar de pequenas variações locais, a preferência por nomes clássicos, de sonoridade suave e curta segue predominante nas duas cidades.
Ao todo, 16.256 nascimentos foram registrados nas duas cidades no ano passado. Bauru concentrou o maior volume, com 9.735 registros, enquanto Marília contabilizou 6.521 nascimentos.
Bauru
Em Bauru, Helena liderou o ranking geral, com 70 registros, seguida por Cecília, com 64. Entre os meninos, o nome mais escolhido foi Ravi, com 60 registros.
Os 10 nomes mais registrados em Bauru em 2025:
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Helena – 70
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Cecília – 64
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Ravi – 60
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Maitê – 49
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Davi – 47
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Alice – 42
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Theo – 42
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Benício – 40
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Heitor – 38
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Levi – 36
Entre os nomes femininos, destacaram-se Helena, Cecília, Maitê, Alice, Antonella, Maria Cecília, Aurora, Manuela, Heloísa e Ísis.
Já entre os masculinos, os mais registrados foram Ravi, Davi, Theo, Benício, Heitor, Levi, Bernardo, Gael, Miguel e Samuel.
Marília
Em Marília, o nome mais registrado foi Cecília, com 47 ocorrências. Logo atrás aparecem Miguel e Helena, empatados com 46 registros cada.
Os 10 nomes mais registrados em Marília em 2025:
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Cecília – 47
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Miguel – 46
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Helena – 46
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Alice – 37
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Theo – 35
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Maitê – 35
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Gael – 35
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Arthur – 35
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Ravi – 33
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Heitor – 31
Entre os nomes femininos mais comuns na cidade estão Cecília, Helena, Alice, Maitê, Ísis, Olivia, Aurora, Laura, Antonella e Luísa.
Nos nomes masculinos, Miguel, Theo, Gael, Arthur, Ravi, Heitor, Davi, Gabriel, Samuel e Bernardo lideraram as escolhas.
Tendência estadual e nacional
A preferência observada em Bauru e Marília acompanha uma tendência estadual e nacional. No estado de São Paulo, o número total de nascimentos chegou a 1.091.133 registros, com forte presença dos mesmos nomes entre os mais escolhidos.
O levantamento reforça que nomes tradicionais, muitos deles populares em décadas anteriores, continuam em alta entre as novas gerações, mantendo-se como escolha recorrente entre as famílias paulistas.