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Atualização: dona de casa desaparecida há mais de 10 dias é encontrada morta às margens da SP-225 em Bauru
Por Felipe Augusto
Publicado em 18/09/2026 10:41
Região

Marciene Pereira da Silva Souza, de 50 anos, estava desaparecida desde 4 de setembro. Corpo foi localizado em uma área de mata; polícia apreendeu arma de fogo e munições no local.

A dona de casa Marciene Pereira da Silva Souza, de 50 anos, que estava desaparecida desde o dia 4 de setembro, foi encontrada morta na tarde desta quinta-feira (17), em uma área de mata às margens da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), em Bauru (SP).

A localização do corpo representa uma atualização no caso, que vinha sendo acompanhado pela família desde o desaparecimento da mulher, há mais de 10 dias. A morte foi confirmada pelos familiares.

Segundo a Polícia Civil, o corpo estava em avançado estado de decomposição. Um motorista que havia estacionado o veículo no acostamento encontrou o corpo e acionou a Polícia Militar.

Durante o atendimento da ocorrência, os policiais apreenderam uma arma de fogo calibre .22, um cartucho deflagrado, 39 cartuchos intactos e um suporte para carregar armas de fogo.

O local foi isolado e passou por perícia. Em seguida, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Bauru, onde foi reconhecido pela família.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte e a relação dos objetos encontrados no local com o caso.

Relembre o desaparecimento

Marciene desapareceu no dia 4 de setembro, após sair de casa para caminhar. Segundo o boletim de ocorrência registrado pelo marido, ela saiu por volta das 7h acompanhada das duas filhas, de 8 e 13 anos.

Uma das crianças foi deixada na escola, enquanto a outra ficou na casa da avó, no Núcleo Habitacional José Regino. Marciene teria informado à mãe que iria caminhar e passar no mercado, mas não retornou para casa.

Imagens de câmeras de segurança obtidas pela família mostraram a dona de casa caminhando pela calçada de uma rua do bairro, usando roupas semelhantes às descritas no registro do desaparecimento.

Segundo familiares, Marciene tinha o hábito de não levar o celular quando saía para caminhar ou, em algumas ocasiões, deixá-lo com a filha mais velha. A família também informou que ela não tinha histórico de desaparecimentos anteriores.

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