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Mãe de Isabella Nardoni participa de encontros sobre prevenção à violência contra crianças em Botucatu
Por Moisés Moura
Publicado em 15/07/2026 17:49
Região

Ana Carolina Oliveira estará na cidade nesta quinta-feira (16) para duas ações gratuitas do projeto "Silêncio que Grita", voltado à conscientização e proteção da infância.

 

Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, estará em Botucatu (SP) nesta quinta-feira (16) para participar de dois encontros gratuitos voltados à prevenção da violência, do abuso e da exploração de crianças e adolescentes.

As atividades fazem parte do projeto “Silêncio que Grita”, iniciativa que busca ampliar o debate sobre a proteção da infância, incentivar denúncias e preparar famílias, educadores e a comunidade para reconhecer sinais de violência e acolher as vítimas.

Programação dos encontros

A programação do evento em Botucatu será dividida em dois momentos ao longo do dia:

Tarde: Roda de Conversa

  • Horário: 15h30

  • Local: Associação Comunitária João de Barros

  • Endereço: Rua Jornalista Pedro Chiaradia, 1620 – Jardim Santa Mônica

  • Atração: Roda de conversa com Ana Carolina sobre a importância de romper o silêncio e fortalecer a rede de proteção infantil.

Noite: Palestra

  • Horário: 19h

  • Local: Associação Restaurar (evento promovido pela Associação Fênix)

  • Endereço: Rua José Ventrela, 78 – Bairro Reflorenda

  • Participação: Gratuita (com inscrições prévias necessárias pela plataforma Sympla).

O Projeto "Silêncio que Grita"

Com a mensagem "A voz das crianças que sofrem caladas", o projeto realiza capacitações, produz conteúdos educativos, promove ações de conscientização e estabelece parcerias para envolver diferentes setores da sociedade na prevenção da violência infantil.

"A proposta dos encontros em Botucatu é reforçar que a prevenção não depende apenas dos órgãos públicos, mas também da atenção e do compromisso de toda a sociedade", aponta a organização do projeto.

Após a morte da filha Isabella, em 2008, quando a menina tinha 5 anos, Ana Carolina passou a atuar publicamente na defesa de crianças, mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade, transformando a dor pessoal em uma trajetória voltada ao acolhimento e ao fortalecimento de políticas de proteção.

A orientação do projeto é que sinais de violência nunca sejam ignorados e que qualquer situação suspeita seja encaminhada imediatamente aos canais oficiais de denúncia, como o Disque 100 ou o Conselho Tutelar local.

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