Ana Carolina Oliveira estará na cidade nesta quinta-feira (16) para duas ações gratuitas do projeto "Silêncio que Grita", voltado à conscientização e proteção da infância.
Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, estará em Botucatu (SP) nesta quinta-feira (16) para participar de dois encontros gratuitos voltados à prevenção da violência, do abuso e da exploração de crianças e adolescentes.
As atividades fazem parte do projeto “Silêncio que Grita”, iniciativa que busca ampliar o debate sobre a proteção da infância, incentivar denúncias e preparar famílias, educadores e a comunidade para reconhecer sinais de violência e acolher as vítimas.
Programação dos encontros
A programação do evento em Botucatu será dividida em dois momentos ao longo do dia:
Tarde: Roda de Conversa
-
Horário: 15h30
-
Local: Associação Comunitária João de Barros
-
Endereço: Rua Jornalista Pedro Chiaradia, 1620 – Jardim Santa Mônica
-
Atração: Roda de conversa com Ana Carolina sobre a importância de romper o silêncio e fortalecer a rede de proteção infantil.
Noite: Palestra
-
Horário: 19h
-
Local: Associação Restaurar (evento promovido pela Associação Fênix)
-
Endereço: Rua José Ventrela, 78 – Bairro Reflorenda
-
Participação: Gratuita (com inscrições prévias necessárias pela plataforma Sympla).
O Projeto "Silêncio que Grita"
Com a mensagem "A voz das crianças que sofrem caladas", o projeto realiza capacitações, produz conteúdos educativos, promove ações de conscientização e estabelece parcerias para envolver diferentes setores da sociedade na prevenção da violência infantil.
"A proposta dos encontros em Botucatu é reforçar que a prevenção não depende apenas dos órgãos públicos, mas também da atenção e do compromisso de toda a sociedade", aponta a organização do projeto.
Após a morte da filha Isabella, em 2008, quando a menina tinha 5 anos, Ana Carolina passou a atuar publicamente na defesa de crianças, mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade, transformando a dor pessoal em uma trajetória voltada ao acolhimento e ao fortalecimento de políticas de proteção.
A orientação do projeto é que sinais de violência nunca sejam ignorados e que qualquer situação suspeita seja encaminhada imediatamente aos canais oficiais de denúncia, como o Disque 100 ou o Conselho Tutelar local.