A Polícia Civil concluiu, na quarta-feira (1º), o segundo e último inquérito que investigava a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. A jovem faleceu após uma queda durante um salto de rope jump na "Ponte do Esqueleto", localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis (SP).
Com o encerramento das investigações, o caso será encaminhado ao Ministério Público, que avaliará a oferta de denúncia à Justiça.
Decisões sobre prisões
No relatório final, a delegada responsável pelo caso solicitou mudanças na situação dos investigados:
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Evelyne dos Santos Gonçalves: A Polícia pediu a conversão da prisão temporária para prisão preventiva. A investigação aponta indícios que justificariam a manutenção de sua custódia.
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Gabriel Barros Martins e João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva: A autoridade policial solicitou a revogação das prisões temporárias dos dois.
O desaparecimento da GoPro
O segundo inquérito teve como foco o desaparecimento da câmera GoPro que Maria Eduarda utilizava no momento do salto. Segundo as autoridades, não foram encontrados elementos suficientes que pudessem responsabilizar Gabriel e João pela suposta ocultação do equipamento, que segue sem localização.
Falhas de segurança apontadas
O documento reforça a conclusão de que Maria Eduarda foi lançada da ponte sem estar conectada à corda de segurança. A Polícia Civil apontou uma série de falhas graves na organização da atividade, destacando:
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Ausência de protocolos básicos de segurança;
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Falta de treinamento adequado da equipe responsável;
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Atuação irregular do grupo que promoveu o evento.
Este caso segue em acompanhamento pelo Ministério Público para as próximas etapas processuais.