Locais religiosos e espaços de lazer foram alvos de criminosos nos últimos dias; moradores relatam medo e abordagens agressivas no Centro.
A cidade de São Manuel atravessa um período de alerta após uma série de registros de vandalismo, tentativas de furto e relatos de insegurança em diferentes pontos do município. Os alvos variam de templos religiosos a espaços públicos de lazer recém-reformados.
Ataque à Capela de Santa Gianna
O caso mais recente de desrespeito ao patrimônio ocorreu no bairro da Conquista. A Capela de Santa Gianna foi alvo de uma tentativa de arrombamento. Embora os criminosos não tenham conseguido concluir o furto, os danos causados à estrutura geraram revolta na comunidade local.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Flávia Cavanha, integrante da comunidade religiosa, expressou indignação com o ocorrido. Ela ressaltou que o espaço é mantido com esforço coletivo e possui um papel social de acolhimento.
"É um local voltado à religiosidade e ao bem comum. Ver esse tipo de situação causa uma tristeza profunda em todos nós", afirmou.

Vandalismo no Poliesportivo
A depredação também atingiu o patrimônio público municipal. Os banheiros do Poliesportivo, localizados na área do Parquinho do Poli, foram vandalizados poucos dias após a prefeitura entregar melhorias no local. O ato de depredação foi condenado por autoridades municipais, que lamentaram o uso de recursos públicos para reparos em equipamentos que haviam acabado de ser revitalizados para a população.
Insegurança no Centro e Área Bancária
Além dos danos ao patrimônio, a integridade física dos moradores tem sido motivo de preocupação, especialmente na região central da cidade. Conforme apurado pelo jornalista Sandro Dalio, clientes que utilizam os serviços bancários da Caixa Econômica Federal relatam momentos de tensão durante os finais de semana.
De acordo com as denúncias:
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Indivíduos que circulam pela região central têm realizado abordagens agressivas.
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O público mais vulnerável, como idosos e famílias, evita utilizar os caixas eletrônicos por medo de assaltos ou intimidação.
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A movimentação de pessoas suspeitas no entorno das agências tem gerado um clima de insegurança constante.